SM Gestão Hospitalar

Assessoria Empresarial e Gestão Hospitalar Ltda.

Tecnologia

Bases do Modelo Gerencial

A gestão compartilhada com garantia de metas ou desempenho é um dos sistemas usados pela SM, que atua em parceria com empresas e organizações mantenedoras de hospitais da rede privada ou sob regimes especiais. Essa modalidade contratual baseia-se essencialmente em resultados que a SM e o mantenedor da instituição envolvida, comprometem-se a obter mediante plano de metas cooptado entre as partes e através do contrato. Sob esse sistema contratual, a remuneração da Gestora SM, provém exclusivamente dos resultados obtidos no cumprimento dessas metas que visam a auto sustentação e o desenvolvimento do hospital, não gerando assim, qualquer ônus fixo ou que não emane do valor agregado ao projeto.

No seu modelo gerencial, a SM inclui o aprimoramento profissional do seu corpo de colaboradores utilizando o seu conhecimento acumulado.

Nesse acervo se agrega o intercâmbio acadêmico sobre pesquisas, tecnologias em gestão hospitalar com organizações científicas e instituições representativas como o IBQN, no Brasil e o Instituto Juran.

Igualmente significativas são as experiências já vivenciadas no próprio desempenho dos contratos de gestão compartilhada bem como a determinação do estado em equacionar um setor reconhecidamente complexo na direção de um projeto de excelência.

Contribuição singular também tem sido a integração da SM com seus colaboradores e parceiros que produzem a qualidade e a satisfação da clientela interna e externa.

Políticas Empresariais e Operacionais

Capital Humano

Este é o fundamento da Tecnologia de Gestão Hospitalar SM e das ações implementadas nas unidades que gerencia, pois dele depende todos os demais fatores de sucesso do contrato, por mais importantes que eles sejam.

A Política de Qualidade SM se destina a investir todos os recursos disponíveis para:

  • a) alcançar a satisfação total dos clientes;
  • b) inovar para simplificar e melhorar o padrão de atendimento hospitalar;
  • c) capacitar e reconhecer os valores dos seus colaboradores;
  • d) formar parcerias que se reflitam em mútuo desenvolvimento com o objetivo final de servir à sociedade cada vez melhor

No gerenciamento do capital humano a SM enfatisa em, especial à motivação, participação da equipe em resultados, maximização do aproveitamento do potencial individual e grupal, capacitação paraa produtividade, qualidade e satisfação plena do cliente.

Qualidade Total

Todos os setores, desde o capital humano – do qual dependem todos os demais fatores de sucesso do Contrato de Gestão Compartilhada, até as atividades materiais e tecnologias são componentes prioritários para atingir a satisfação do cliente.

Junto com essas condições preexistentes, são também fundamentais os trabalhos dos médicos e demais profissionais, no acompanhamento do paciente, integrados na obtenção da Qualidade Total, permanentemente, aferida como indispensável para o cumprimento das metas a serem atingidas.

Nesse cenário, a SM adota conceitos e procedimentos da Acreditação Hospitalar, dentro do programa oficial do Ministério da Saúde.

A Filosofia Empresarial da SM, observa as seguintes diretrizes básicas:

  • a) Adoção dos conceitos de GQT – Gestão da Qualidade Total, em que todas as atividades, capital humano, materiais e tecnologias, engajam-se prioritariamente nos processos destinados à satisfação plena do cliente, dentro do menor prazo e das condições econômico-financeiras compatíveis com os orçamentos e com as disponibilidades de recursos das fontes de sustentação da unidade hospitalar;
  • b) Os trabalhos médico, e os que se destinam ao atendimento direto da necessidade de saúde do paciente são fatores primordiais da qualidade e todos os demais convergem e apoiam essas atividades;
  • c) A satisfação do capital humano e fornecedores de bens e serviços, integram-se também na política de Qualidade Total;
  • d) O aprendizado da SM, usado como degrau do aprimoramento contínuo exigido pela comunidade é resultado, também, de orientações das instituições consagradas internacionalmente, inclusive as normas ISO 9000.

Produtividade/Produção/Custos

A SM preocupa-se e direciona seus esforços para Gestão Hospitalar calcada nos procedimentos técnicos e científicos, diretamente vinculada a uma política na busca da produtividade, com uso eficiente dos recursos indispensáveis para obtenção das metas propostas.

O binômio Qualidade/Produtividade está apoiado em diretrizes onde se impõe:

  • a) Racionalização de custos;
  • b) Simplificação nas ações que evitem a burocratização excessiva, e priorizem o acesso direto ao cliente/paciente;
  • c) Educação e orientação social para a família no sentido de compreender e facilitar a adoção de princípios determinados pela deontologia médica;
  • d) Redução do tempo consumido em todos os processos destinados ao atendimento direto ao cliente/paciente;
  • e) Redução do tempo de permanência do paciente, particularmente na internação e nas demais dependências do hospital;
  • f) Obtenção do comprometimento familiar no entendimento e respeito aos princípios e normas da remoção dos comportamentos obstrutivos e retardantes dos serviços hospitalares, mediante campanhas e programas de esclarecimento;
  • g) Aumento da taxa de ocupação de leitos, não somente através da redução da permanência do paciente na internação, como sobretudo, através da educação social, medicina preventiva e orientação competente sobre os problemas domésticos de saúde, no caso de hospitais públicos.
  • h) Aumento da taxa de resultado, ou faturamento/custo por leito, tanto nos hospitais públicos como nos particulares, prevalecendo, nestes últimos, orientações diferentes para cada variável desta relação;
  • i) Gestão inteligente do planejamento e efetivação das contratações e dos comprometimentos de qualidade, preços e condições de fornecimento com fornecedores;
  • j) Uso de todos os instrumentos e técnicas acessíveis para o incremento da produtividade, através de aumento da produção, melhoria da qualidade e redução de custos unitários, inclusive benchmark, engenharia de valor, liderança, motivação e os mais modernos recursos de gestão e avaliações periódicas através de índices de aferimento de resultados.

Atualização gerencial e operacional dos hospitais administrados

Inserida e interagente com as políticas de desenvolvimento humano, aprimoramento da qualidade e incremento da produtividade, a atualização é um mandamento ubíquo na gestão e na operação das unidades hospitalares gerenciadas pela SM.

Institucionalmente, a SM mantém-se permanentemente atenta e atuante na atualização da sua estrutura própria e da tecnologia de gestão e operacionalização de hospitais que administra, inserindo-se nas tendências da globalização, da evolução da informática e das comunicações, através dos profissionais especializados nas áreas médicas, e de outras profissões técnicas e especializadas, acompanhando e adequando-se cotidianamente aos avanços da medicina e dos meios e atividades destinadas a atenção à saúde dos clientes de cada hospital.

Especificamente em termos da unidade hospitalar gerenciada, a atualização dos sistemas de gestão e das operações é um desafio que exige o comprometimento entre a SM e o mantenedor, pois envolve as necessidades de remoção de resistências e de obstáculos culturais, estruturais e freqüentemente, de aplicação de investimentos e recursos vultosos, nem sempre de pronta disponibilidade.

Entretanto, a política de atualização da estrutura e dos sistemas de gestão e de operação do hospital deve levar em conta a própria viabilidade da unidade a curto, médio e longo prazos.

A atualização de curto prazo procede-se com mais eficácia e eficiência porque absorve menos recursos financeiros nesse período, geralmente já incluídos nos respectivos orçamentos aprovados. A atualização a médio e principalmente a longo prazo, é sujeita a maiores dificuldades não somente devido aos fatores típicos de imprevisibilidade, como também às tendências de depreciação física, obsolescência tecnológica, crescimento demográfico e problemas sociais, que oneram os valores dos investimentos necessários.

Embora esses investimentos de médio e longo prazos sejam de competência majoritária dos Mantenedores, a SM não pode se eximir do compartilhamento com os contratantes, das análises, planejamento e deliberações sobre os investimentos e programas de ação exigidos nesses casos.

Os relatórios periódicos e as atualizações dos planos de metas previstos no Projeto de Gestão do Hospital, são as primeiras contribuições que a SM propõe, semelhante ao que vem aplicando sistematicamente nos vários hospitais que administra, no sentido de se prepararem juntos para os enormes desafios do futuro dessas unidades de saúde.